segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O que fizemos? Nós, aquela parte da classe média cujo acesso não foi negado. “Vivemos de favor”? Ou, concordamos que “a corda rompe do lado mais fraco”, desde que não seja do meu lado.


SUPOSTAMENTE

sábado, 21 de outubro de 2017

Os segundos andam mais rápido que o minuto que anda mais rápido que a hora que anda mais rápido que o homem que atravessa a rua que o medo que atravessa o homem.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Outro dia li num blog qualquer de um estadunidense que o fato daquele país ser continental prejudica a geopolítica mundial. Ele, o blogueiro e estudioso, acredita que se aquele País fosse fatiado em várias nações conflitos internos e eternos seriam diminuídos.
Aí, pensei no Brasil. Um país continental, subtropical e “gerenciado” por uma elite endinheirada que acha que é proprietária da “Nação”. E é.
O capitalismo ou a sociedade burguesa não nasceu ou foi compartilhada na América Latina. Ela foi gestada por “homens de negócio”, independente de caráter definido por Benjamin Franklin. Bandidos.
A cara e o caráter definidos em Aurélio são mera coincidência. Não existem seres que não pense em projeções pessoais ou econômicas. Uma coisa compõe a outra na “liturgia” burguesa. Todos nós queremos viver com dignidade. Todos nós somos trabalhadores. Seja o “público” que for.
No caso das “elites endinheiradas”, no Brasil, são “jagunços” dos “coronéis” que compõe o mercado central do mundo. Vendem, como Ruy Barbosa vendeu em substituição da propriedade escrava, as riquezas primárias da terra, assim como sustenta a propriedade privada em detrimento ao próprio “capital” ao qual se sustenta.
Ah! A psicologia da submissão individual?
A autodeterminação em não se defender?

A determinação escolástica em não reagir?

domingo, 3 de setembro de 2017



A vida resolvida, uma tela escolhida
A vida determinada, outra tela;

Entre a tela refletida, eu...

domingo, 30 de abril de 2017

A Criação...


Todo o crime organizado tem uma organização capitalista por traz...
A segunda e última grande guerra grava uma divisão de mercados: “Os Comunistas” e “O Mundo Livre”.
O mundo livre foi o criador do mundo comunista. Sem a existência de um, não existiria o outro.
O mundo livre passou por várias situações: já foi o mundo dos deuses representados diretamente, ou não, aqui na terra; já foi o mundo da nobreza expedida por deus e defendida por seus representantes.
“O mundo livre”, ou qualquer atributo anterior que explique a dominação de um ser sobre outro, é responsável pela criação do mal. O mal é tudo que o “mundo livre” não quer que atrapalhe sua construção hegemônica.
O mundo dos comunistas foi representado por escravos de culturas dominadas, imóveis de posse de famílias poderosas, mulheres, negros, índios e feios que não pertençam a classe dirigente, e finalmente mercadorias que abrange todo ser humano que vende sua força de trabalho em todas as categorias mundiais.
Na segunda guerra mundial, Hitler chegou a propor uma união da Alemanha nazista aos “aliados”, EUA, Inglaterra e França, no sentido de “detonar” a Rússia que crescia em seus domínios na Ásia. Por outro lado os EUA manteve fábrica da GM na Alemanha nazista em guerra contra a “Europa” antes de o próprio País entrar no conflito. A GM, inclusive, produzia veículos militares para os alemães. Não se justificaria aos capitalistas deixar de lucrar apesar das ideias nazistas se contraporem aos “aliados”, já que os mesmos eram muito parecidos com as ideias “americanas”.
O capitalismo moderno foi construído de maneira intelectual, cultural e brutal pelo seu principal dono: os Estados Unidos.
O comunismo não foi construído. Foi forjado pela luta de trabalhadores e/ou escravos desde o princípio da civilização exploratória.
Foram atribuídos a “eles” a selvageria desumana, a ditadura do gesto ou o terrorismo cruel. Foi atribuída a “eles” toda crueldade e todo o medo que devemos ter sobre a vida ruim e a desgraçada. Ao comunista, vulgo trabalhador, foi atribuído: a vadiagem e a corrupção. Foi-nos atribuído todo tipo de roubalheira e desonestidade. Uma classe B na humanidade risonha, regida por deuses da bondade e da determinação. Cuja determinação é: não se misture com “essa gente”, não se deixe influenciar por esses “filhos do Satanás!”.
Em reação a esse conjunto de ideias, intelectuais trabalhadores, criados a partir de escolas burguesas, trabalhadores, através de sindicatos ou trabalhadores comuns, através de informações, seja pela literatura, seja pela escola burguesa, seja pela vida cotidiana, criaram suas “cartilhas de luta de classes” e enfrentaram, enfrentam uma minoria poderosa que se reconstroem rapidamente, segundo à segundo, financiada diretamente pelo capital público, no sentido de destruir qualquer pensamento que se oponha ao objetivo de poder/lucro sobre o resto dos seres humanos escravos; trabalhadores; comunistas; vagabundos; terroristas existentes na face da terra.
Se quiserem referencias procurem em publicações como: “Quem Pagou A Conta?” de Francis Stonor Saundes; “ A História Não Contada Dos Estados Unidos” de Oliver Stone e Peter Kuznick; de Michael Foucault...